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"Cada vez que ponho uma máscara para esconder minha realidade, fingindo ser o que não sou, faço-o para atrair o outro, e logo descubro ...

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21/04/2011

Felicidade: Uma decisão

A felicidade é o destino de cada individuo, mas ela é impossivel de obter sem que sejam eliminadas as causas da sua infelicidade, que são os seus defeitos.
Cada defeito não é nada mais e nada menos que uma corrente que o prende. Pelo abandono de cada imperfeição você rompe uma cadeia e assim torna-se mais livre e mais próximo da felicidade.

" O individuo espiritualmente imaturo pensa que a felicidade tem de ser criada primeiro no nivel exterior, pois as circunstancias exteriores, que não são necessariamente produzidas por ele, devem atender os seus desejos e quando isso for alcancado, a felicidade se evidenciara.
Os que estao amadurecidos espiritualmente sabem que se da exatamente o contrário"

" A felicidade nao depende de circunstâncias exteriores ou de outras pessoas. A pessoa espiritualmente madura sabe que ela mesma e a única responsável por sua felicidade ou infelicidade. Ela sabe que e capaz de criar uma vida feliz, primeiro dentro de si mesma, mas então, invitavelmente, tambem na sua vida eterna"

A primeira chave para felicidade é o autoconhecimento.

Por Eva Pierrakos

15/03/2011

Felicidade...

Felicidade é saciedade e ponto. É uma saciedade nos quesitos ter e ser. Não existe um prato feito. Não existe. Cada um vai fazer este ‘combo’ nos quesitos ser e ter e tentar conseguir esta saciedade apesar de o ser humano e a condição humana serem completamente insaciável” Marleine Cohen

20/09/2009

O interminável domingo de garoa

(...) Aceitar a mediocridade como destino nos faz rascunhos do que poderíamos ser se bancássemos nossos desejos e abolíssemos o discurso “a vida é assim mesmo”. Não é, e algo em nós sabe disso e clama por um sentido. Alguns, por pânico do desconhecido, se fingem de mortos até o questionamento passar. Infelizmente, uma hora ele passa. E leva consigo milhares de oportunidades ignoradas, não vividas.

Há pessoas que se contentam com o que suas mãos alcançam. Outras, almas inquietas, trazem em si a urgência visceral de ir além. Sabem que cada momento da busca tem uma razão, principalmente os difíceis (sem dúvida eles existirão). Seguem ao encontro da plenitude, mesmo sem saber se ela é um delírio ou uma conquista pessoal possível. Será esse o quinhão de prazer que nos cabe? Como saber se é melhor ficar com o que quase nos satisfaz ou arriscar conseguir o que realmente se deseja? Como ter certeza de que o prêmio vale o perigo?

Não dá pra ter certeza, o negócio é baseado no risco. E é quando arriscamos topar com a dor que nos tornamos inteiros. Só no instante em que decidirmos viver plenamente é que poderemos, enfim, começar a ser felizes.

Ailin Aleixo é jornalista especializada em gastronomia, tarada por caipirinha e tarte tatin (www.gastrolandia.com.br). Foi colunista da Revista VIP e mantém o blog A Mulher Honesta (mulherhonesta.sites.uol.com.br).

28/06/2009

Felicidade

" As pessoas tendem a pensar universalmente que a felicidade é um golpe de sorte, algo que talvez lhe aconteçca se você tiver sorte suficiente (...) Mas não é assim que a felicidade funciona. A felicidade é consequência de um esforço pessoal. Você luta por ela, faz força para obtê-la, insiste nela, e algumas vezes viaja o mundo à sua procura. Você precisa participar o tempo todo das manisfestações de suas bênções. E, uma vez alcançado um estado de felicidade, nunca deve relaxar em sua manutenção, deve fazer um esforço sobre-humano para continuar para sempre nadando contra a corrente rumo a essa felicidade, para permancer flutuando em cima dela. Senão fizer isso, seu contentamento interno irá se esvair. É muito fácil rezar quando se está passando por um momento difícil, mas continuar a rezar mesmo quando a sua crise já passou é como um processo de selamento, que ajuda sua alma a se aferrar às coisas boas que conquistou. "

Trechos do livro Comer, Rezar e Amar de Elizabeth Gilbert

" A felicidade não depende de circunstâncias exteriores ou de outras pessoas. (...) A pessoa espiritualmente madura sabe disso. Sabe que ela mesma é a única responsável por sua felicidade ou infelicidade. Ela sabe que é capaz de criar uma vida feliz, primeiro dentro de si mesma, mas então, inevitavelmente, também na sua vida externa"

Trechos do livro Não temas o mal de Eva Pierrakos